Fluviário de Mora

ESPÉCIE

Boga-de-boca-arqueada de Lisboa

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Habitat
Rios, pauis e várzeas de Lezíria do Tejo
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Tamanho
10,5 cm de comprimento
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Origem
Nativa de três rios do baixo Tejo
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Alimentação
N/A
(Iberochondrostoma olisiponensis)

A boga de Lisboa foi descoberta em 2006 e a sua distribuição mundial inclui apenas três rios do baixo Tejo, sendo por isso endémica desta região. A espécie tem a boca orientada para a frente e sem barbilhos, tem barbatanas pélvicas longas, e tem escamas grandes e menos numerosos do que as outras espécies de bogas. Vive menos de 10 anos e pode atingir 10,5 cm de comprimento standard. Apresenta dimorfismo sexual, em que os machos têm as barbatanas pélvicas mais longas do que as fêmeas. Ocorre em rios, pauis e várzeas de Lezíria do Tejo, e pensa-se que use as zonas inundáveis para se reproduzir e alimentar. O Fluviário de Mora participa na conservação desta espécie, em colaboração com o MARE, mantendo uma população em cativeiro para reprodução. Atualmente decorre um projeto para definição de áreas de proteção da Boga-de-boca-arqueada de Lisboa na Natureza.

Estatuto de Conservação
NE
Não Avaliado
DD
Dados Insuficientes
LC
Pouco Preocupante
NT
Quase Ameaçado
VU
Vulnerável
EN
Em Perigo
CR
Criticamente em Perigo
EW
Extinto na Natureza
EX
Extinto